MEDICINA - página 1
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Na consulta do psiquiatra apareceu uma vez um casal queixando-se que os dois filhos que tinham eram muito diferentes. Um era enormemente pessimista enquanto que o outro era optimista a um ponto que não lhes parecia normal. O psiquiatra pediu-lhes então para fazer um teste para avaliar até que ponto é que essas facetas da personalidade seriam normais ou não. Que dessem ao pessimista presentes muito bons, pelo Natal, e ao optimista dessem um presente muito mau e que depois lhe viessem contar os resultados para ele avaliar. Assim foi. Ao pessimista ofereceram um Porsche Carrera e um iate e ao optimista ofereceram um monte de esterco de cavalo. Quando acordaram foram ver as prendas e perguntaram ao pessimista:
- Então, meu filho, que tal achaste as prendas?
- Muito más! Deram-me um carro para que me estampe e um barco para que me afogue!...
Foram ter com o optimista que estava a procurar por todos os cantos da casa, debaixo da cama, na dispensa...
- Então filho, que tal achaste o teu presente?
- É um presente óptimo! Está ali a poia, o cavalo não deve andar longe!

Um maluco está a esfregar-se com cera, quando aparece o enfermeiro:
- O que é que tu estás a fazer?
- Estou a pôr cera.
- Cera? Para quê?
- Os outros são doidos varridos e por isso eu quero ser doido encerado.

Conversa entre dois malucos:
- Sabias que o padre está no hospital?
- Não sabia. O que foi que lhe aconteceu?
- Parece que caiu do escadote e partiu uma perna.
- O que é um escadote?
- Não sei. Já há muito tempo que não vou à missa.

No hospício, o doido, sentado num banquinho, segura uma vara de pescar mergulhada num balde de água. O médico passa e pergunta:
- O que você está pescando?
- Otários, doutor.
- Já pegou algum?
- O senhor é o quinto!

Andava um maluco com uma escova de dentes amarrada por um cordel pelos corredores de um manicómio. Cruza um enfermeiro que lhe diz:
- Então pá? A passear o cão?
- Oh Sr. Enfermeiro , sinceramente ! Não vê que isto é uma escova de dentes, não é um cão ? Depois eu é que sou doido ! - Diz o maluco, e vai-se embora.
Passado um bocado, vira-se para trás e diz :
- Anda Boby que já conseguimos enganar mais um !

Um maluco para outro:
- Ouve lá, ó pá se aquela mota ali é inglesa, porque é que não tem o volante do lado direito?

Dois malucos:
- A pesca hoje estava mesmo boa, marcaste o lugar onde estávamos?
- Marquei, fiz uma cruz no casco do barco que alugámos!
- És mesmo parvo! Então, se da próxima vez não pudermos alugar o mesmo barco como é que vamos saber onde é que era?

Num asilo:
- Digam o que entendem por objecto transparente.
Levanta-se um doido:
- É um objecto através do qual se pode ver!
- Muito bem ! Dê-me um exemplo de um objecto transparente...
- O buraco da fechadura!

Sabes o que se encontra debaixo de um tapete de um manicómio?
- Um doido varrido!

Estavam dois malucos pendurados numa árvore. De repente um cai e o outro pergunta:
- Então, escorregastes?
- Não, ...caí de maduro!

Num manicómio, um indivíduo vai visitar um parente afastado e aparece-lhe, ao fundo do corredor, um maluco com uma faca na mão. O homem entra em pânico e começa a correr. O homem correu, correu, até que chegou a um sítio onde não tinha mais saída.
O maluco encosta-lhe a faca ao pescoço e diz-lhe:
- Agora, ...tome lá a faca e corra você atrás de mim!

Um maluco quer espetar um prego numa parede para pendurar um quadro, mas assenta a cabeça do prego na parede e bate com o martelo no bico do prego.
Outro maluco que assiste á cena, grita-lhe:
-ÉS PARVO PÁ! Então não vês que esse prego é da parede ali da frente?

No manicómio estão servindo o pequeno almoço.
Um dos loucos vira-se para a enfermeira e diz:
- Menina Florinda, pode dar-me um torrão de açúcar?
- Mas eu já lhe dei seis!!!
- Pois é, mas derreteram-se todos!

Empoleirado numa escada comprida, um doido pinta uma parede do manicómio e outro serve de ajudante, segurando a escada ao pintor.
A certa altura diz o ajudante para o pintor:
- Agarra-te bem à trincha que eu vou mudar a escada.

Dois loucos brincam de médico:
- Doutor, estou desesperado! Eu acho que sou três. Não sei mais o que fazer...
- Calma! Deite-se aí que nós sete vamos resolver o caso!

Um indivíduo vai a entrar no emprego, num escritório, as 09h00 da manhã, quando no passeio junto à porta vê um tipo de joelhos e ouvido colado a uma tampa de saneamento. Já estava atrasado e não se pôde debruçar mais sobre caso.
Já tinha esquecido a coisa, quando à hora de almoço sai e lá está o mesmo fulano, exactamente na mesma posição, de ouvido colado à tampa. Ficou intrigado, mas a hora de almoço é curta e houve que seguir. No regresso, o mesmo. O tipo parecia que nem se tinha mexido. Mas estavam a bater as duas e não deu para averiguar.
Às 6 vai a sair e quase tropeçava no outro: estático, ouvido colado à tampa...
Não aguentou:
- Olhe lá, ó amigo...
- Ssshiuu! Diz-lhe o outro à pressa pondo o dedo à frente do nariz.
- Mas é que...
E o outro, aflito, fazia-lhe sinais para que baixasse a voz, e logo de seguida para que o imitasse. Bem, só havia uma coisa a fazer: pôs-se de joelhos, e vai de encostar o ouvido no sítio onde o outro tinha estado o dia todo.
Passou um minuto, dois, três...
Levantou a cabeça e encarou o outro:
- Oh amigo, olhe que não se ouve nada!...
- E o mais estranho é que tem sido assim o dia todo!!

Uma gaja mesmo boa vai ao psiquiatra.
- Dr., preciso da sua ajuda. Todas as vezes que saio com um rapaz, logo no primeiro encontro vou para a cama com ele. É uma coisa incontrolável, não consigo resistir! No dia seguinte fico deprimida e com um sentimento de culpa enorme.
- Já sei! Quer livrar-se desse impulso, fortalecer o seu carácter e poder controlar melhor a sua vontade não é?
- Não Dr., não é nada disso! Eu quero apenas que o Sr. me diga como é que faço para não ficar deprimida depois!

Havia um indivíduo que não tinha potência sexual e resolve ir ao médico e este passa-lhe uma receita. O homem vai à farmácia aviar-se e passados dois dias vai novamente ao médico.- Então homem, conte lá coisas.
- Estou desanimado, Sr. Doutor. Cheguei a casa, tentei com uma mão, tentei com as duas e não consegui nada. Depois chamei a minha mulher que experimentou com uma mão, com as duas, até com a boca ela tentou e mesmo assim não deu resultado. A seguir fui ter com a empregada, pois podia ser do jeito. Ela tentou com as mãos, com a boca, tentámos todas as posições e mesmo assim não houve ninguém naquela casa que conseguisse abrir o raio do frasco que o Sr. Dr. receitou!...

No médico:
- Sr. Dr., se toco na perna dói-me, se toco no braço dói-me, se toco na cara dói-me. O que é que eu tenho?
- Um dedo partido.

No dentista:
- Sr. Dr., não sei se é pior arrancar um dente ou ter um filho!
- Veja lá se decide para eu saber em que posição devo colocar a cadeira.

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