EDUCAÇÃO - página 1

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No primeiro dia de escola do pequenino Arturzinho, o Pai acompanhou-o à escola para o apresentar à professora. O Pai disse à professora que o Arturzinho era muito bom rapaz mas tinha o mau hábito de fazer apostas. Avisou também a professora de que o Arturzinho poderia ganhar nas apostas o dinheiro e o lanche dos outros meninos. A professora não parecia preocupada e assegurou ao Pai que já tinha lidado com muitos problemas desse tipo e era até capaz de poder vir a tirar o hábito de apostar ao Arturzinho. Depois do lanche, o Pai telefonou para a escola e perguntou à professora como estavam a correr as coisas:
- Ò está tudo muito bem - disse a professora. Ele insistiu imenso em apostar comigo 1o euros em como eu tinha uma verruga no rabo. Insistiu tanto que finalmente concordei em aceitar apostar, só para lhe pregar uma lição. Levei-o à sala dos professores e mostrei-lhe que não tinha nenhuma verruga no rabo.
- Ò grande Diabo - disse o Pai - não é que ele apostou comigo 50 euros em como via o rabo da professora antes do final do dia.

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A professora pediu aos meninos que, no fim-de-semana, fizessem uma composição com a frase "Mãe só há uma!".
Na 2a Feira, quando os meninos apresentaram as suas composições, todos se repetiam em elogios à sua mãe, pois ela era a mais bela, a melhor, enfim, Mãe só há uma! Excepto o menino Carlinhos, cuja composição passo a descrever.
No fim-de-semana, estava eu no meu bairro podre e degradado, na minha nojenta barraca, com a porca da minha mãe, e ela na cama com um javardo qualquer, e de repente diz-me:
- Oh, Carlinhos!!! Vai buscar duas cervejas ao frigorifico, senão levas uma latada!
Eu fui a correr ao frigorifico, e quando o abri gritei:
MÃE,... SÓ HÁ UMA!!!!

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Na aula de biologia, o professor pergunta:
- Joãozinho! Quantos testículos nós temos?
- Quatro professor - responde o menino sem pestanejar.
- Quatro? Você ficou doido?
- Bem... Pelo menos os meus dois eu garanto!

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O professor de Matemática levanta uma folha de papel em uma das mãos e pergunta para Joãozinho:
- Se eu dividir essa folha de papel em quatro pedaços, Joãozinho, com o que eu fico?
- Quatro quartos, professor!
- E se eu dividir em oito pedaços?
- Oito oitavos, professor!
- E se eu dividir em cem pedaços?
- Papel picado, professor!

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O rapaz está a ir para a escola. No caminho, encontra uma colega de turma, que não conseguia parar de rir:
- Interessantes essas meias que estás a usar, Ricardinho... uma amarela e outra azul...
- É verdade. Tem graça é que lá em casa tenho outro par igual!

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A professora mandou fazer uma composição para o dia seguinte sobre o tema: 'Mãe, há só uma'. No outro dia a professora mandou o Joãozinho ler a dele;
- Quando eu era mais pequeno, fui passear com a minha mãe e então ela parou para ver uma montra e eu comecei a atravessar a estrada. Veio um carro e quando estava quase a ser atropelado, a minha mãe salvou-me. Mãe, há só uma.
- Muito bem Joãozinho. Agora podes ser tu Manuelzinho.
- A semana passada fui com os meus pais à praia e fui tomar banho ao mar. Veio uma onda e arrastou-me. Quando estava quase a ser levado, aparece a minha mãe e salvou-me. Mãe, há só uma.
- Muito lindo Manuelzinho. Lê agora a tua, Zézinho.
- Eu ontem estava em casa a ver um filme pornográfico com a minha mãe. Ela manda-me ir ao frigorífico buscar duas cervejas, eu vou lá, abro o frigorífico e digo: 'Mãe, há só uma'.

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Num colégio de crianças deficientes, o professor ia passando perto do refeitório quando o cozinheiro chega e pergunta:
- Quer comer uma torta, professor?
- Não, agora não, obrigado! Acabei de comer uma ceguinha!

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Joãozinho está brigando na rua, com um menino que deveria ter a metade da sua idade. Um senhor que passava por eles se aproxima e os separa.
- Você não tem vergonha? - diz ele se dirigindo ao Joãozinho. - Bater num menino bem menor do que você? Seu covarde!!
- O senhor queria o quê? - respondeu ele. - Que eu ficasse esperando ele crescer?

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Joãozinho e Luizinho conversam na hora do recreio.
- Meu pai é tão alto - diz Luizinho, contando vantagem. - mas tão alto que um dia ele levantou os braços e encostou a mão nos nuvens.
- Quando ele encostou sentiu algo macio? - perguntou Joãozinho sem querer ficar por baixo.
- Exactamente.
- Pois era o saco do meu pai!

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Joãozinho batendo boca com um coleguinha do prédio:
- Meu pai é melhor que o seu - desafia o coleguinha.
- É porra nenhuma! - retruca Joãozinho.
- Meu irmão é melhor que o seu!
- É o caraças!
- Minha mãe é melhor que a sua!
- Bem... isso pode ser! Meu pai vive dizendo a mesma coisa!

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A professora entra na sala e se depara, horrorizada, com a seguinte inscrição no quadro negro: "Joãozinho tem o Pau Grande!". Imediatamente ela apaga a inscrição e sem fazer nenhum comentário, começa a aula.
No dia seguinte, ao entrar na sala novamente, a mesma inscrição em letras garrafais: "Joãozinho tem o Pau Grande!". Pela segunda vez, ela apaga os dizeres, sem fazer nenhum comentário.
No outro dia, a história se repete, e no outro e no outro e no outro... até que um dia ela resolve colocar à prova a veracidade daquela mensagem. Quando toca a campainha avisando que a aula terminou ela pede para todos saírem menos o Joãozinho. Tranca a porta, tira a roupa e viola o menino.
Dia seguinte, ao entrar na sala, ela lê no quadro: "A Propaganda é a Alma do Negócio!".

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No meio da aula de Geografia, Joãozinho chega para a professora e pergunta:
- Professora! Lâmpada é boa de chupar??
- Que é isso Joãozinho? Imagina! Quem que te falou uma coisa dessas?
- Meu pai! Ontem eu passei na frente do quarto dele e ouvi ele dizer para minha mãe: "Agora, apaga a luz e chupa!"

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Em certa escola, na Idade da Pedra, a professora distribui um pedaço de pedra, um martelinho e um cinzel para cada aluno e começa a fazer o ditado.
- O rei...
Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava uma coroa.
- ... é forte...
Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava um leão.
- e viril...
Todo mundo pensativo, de repente a voz de Joãozinho quebra o silêncio:
- Professora! Viril se escreve com um ou dois testículos?

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O Joãozinho chega a casa e entrega ao pai o recibo da mensalidade escolar.
- Meu Deus! Como é caro estudar nesse colégio.
E o menino:
- E olhe, pai, eu sou o que menos estuda da minha classe!

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Joãozinho vai a farmácia.
- Seu Joaquim, me dê uma caixa de supositórios.
Distraído, o menino pega a caixa e vai saindo da farmácia sem entregar o dinheiro.
- É pra pôr na conta de sua mãe? - pergunta o farmacêutico.
- Não, é pra pôr no cú do meu pai!

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Menino Joãozinho, diga depois de mim : ai ...
- Ai!
- Éi...
- Éi!
- Ói...
- Ói!
- Ui...
- Uí!
- Joãozinho, não é UÍ, é UI ,então disse tudo bem ,e não é capaz de dizer UI?Diga lá ,Ui!
- Uí!
- Não , não é nada disso! Então o que é que o menino diz quando se queima, por exemplo?
- Porra !

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Um belo dia nasceu o primo do Joãozinho, aquele famoso miudo que passa a vida a dizer asneiras. O primo do Joãozinho até que era bonito, não fosse um pequeno detalhe: nasceu sem orelhas.
A mãe do Joãozinho tinha que ir visitar o mais novo membro da familia mas não queria levar o Joãozinho pois sabe-se lá o que ele poderia dizer ao primo. Mas como nãohavia ninguem para ficar a tomar conta do Joãozinho ele foi mesmo visitar oprimo                  A mãe avisou-o logo para ficar calado senão ficava um mês de castigo.
Quando chegaram a casa da tia o Joãozinho ficou num canto do quarto, mas logo se apercebeu de que o bebé não tinha orelhas. Foi então que ele disse:
- Tomara que tenha bons olhos !
Todos ficaram surpreendidos com o gesto solidário do Joãozinho. Então a tia do Joãozinho, espantada por o Joãozinho ter dito uma coisa boa a alguém, perguntou-lhe:
- Joãozinho, que frase bonita que disseste. Mas porque é que desejas que ele tenha bons olhos ?
- Porque se tiver de usar óculos tá lixado !

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Havia um garoto que era um tagarela, quando começava a falar, nunca mais se calava.  O professor chateou-se com a história e mandou um bilhete para os pais assinarem :
Este menino fala muito
Ao outro dia o miúdo entrega outro bilhete ao professor :
Sai à mãe !

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- Dê-me o exemplo de um animal desdentado.
- A minha avó, Sr. Professor!