ALENTEJANOS - página 10

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Um dialogo entre 2 alentejanos;
- Q D ME K C TI?
- O T Q?
- O ME K C TI?
- A! O T K C TI ? NA C!!!!!!!!

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P: Qual o maior acontecimento do ano 2000?
R: A chegada dos Alentejanos a Expo98.

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Um alentejano morreu e foi parar ao Inferno. Quando lá chegou, vestido a rigor, com a camisa abotoada ate ao ultima casa, e de samarra em cima, existiam 3 níveis de inferno: o nível 1, muito quente, o nível 2, ainda mais quente, e o nível 3, a ferver.
O diabo olhando para ele, começou a rir e mandou-o para o nível 1. O calor era demais, pessoas a despir as roupas, a suar por todos os poros, e o alentejano, impávido e sereno, de mãos nos bolsos, (e a samarra por cima). O diabo achou aquilo muito estranho e mandou-o para o nível 2. Aqui era gente completamente nua, a cair pelos cantos, encostados as paredes, um inferno de calor!, e o alentejano, impávido e sereno, de mãos nos bolsos, não torcia. Ai o diabo perdeu a paciência e mandou-o para o nível 3. O calor era insuportável, a maior parte das pessoas voltava a morrer, caveiras por todo o lado.
Então, o alentejano, finalmente, tira as mãos dos bolsos, desabotoa as primeiras casas da camisa, e diz: "Porra, se isto aqui esta assim, imagino o calor que na estará em Beja!".

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Numa das primeiras campanhas eleitorais depois do 25 de Abril, um partido de direita, para captar a simpatia dos alentejanos, prometeu que se fosse governo os alentejanos só trabalhariam seis meses por ano.
Os partidos de esquerda, para não ficarem mal vistos, começaram a prometer que se fossem governo os alentejanos só trabalhariam um mês por ano.
Num dos comícios em que só se falava em trabalhar um mês por ano, um alentejano, mais velho e desconfiado, pergunta a outro:
- Ó compadre, estou a ouvir bem ??!!, o nosso candidato está a prometer que se for governo só vamos trabalhar um mês por ano ?
- É verdade compadre. Só vamos trabalhar 30 dias por ano.
- Ó compadre, e desses 30 dias quantos dias vamos tirar pra férias ?

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Porque é que os alentejanos não usam viagra?
Porque já tem o PA NA SER TAN MOLE.

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Havia um alentejano que ia a passar por uma loja e viu lá escrito na montra, "Moto-serra corta 100 árvores num dia " o alentejano começou a pensar..."então eu com o meu machado com 2 ou 3 vou comprar esta coisa."
Vai lá ia o alentejano todo contente para casa e quis logo experimentar a moto-serra , no 1º dia cortou 3 árvores no 2º dia cortou 2 e no 3º cortou uma, o alentejano fulo com o vendedor foi lá para entregar-lhe a moto-serra. O vendedor depois de desmontar a moto-serra viu que a moto-serra não tinha nada e pôs a moto-serra a trabalhar e diz o alentejano: " Ei ! Que barulho é esse...

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Sabem porque é que os alentejanos sempre que vão passear de barco, levam duas portas?
- Para fazerem corrente de ar.

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Por que é que o Alentejo é um deserto?
Para os camelos dos Lisboetas fazerem a travessia para o Algarve.

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Um fogo começou a deflagrar num monte no meio do Alentejo. Os bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas. O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas. A situação já estava a ficar fora de controle, quando alguém sugeriu que se chamasse o grupo voluntário da Vidigueira. Apesar de alguma dúvida quanto ás capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio.
Assim foi. Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelo fogo.
Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha recta para o fogo! Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam. Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.
Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-me, e restaram duas porções facilmente controláveis.
A ver tudo isto, o dono do monte estava impressionado com o trabalho dos voluntários da Vidigueira e respirou de alívio quando viu a sua herdade ser poupada. Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5000 euros à corporação voluntária.
Um repórter do jornal local perguntou logo ao capitão:
- "5000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?"
- "Penso que é obvio, não é?" - responde o capitão a sacudir a cinza do capacete
- "A primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porra dos travões do nosso camião!"

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Conversa de dois Agricultores na Cooperativa Agrícola de Moura:
- Compadre, este ano vamos comprar uma máquina nova para apanhar azeitonas, que recolhe as azeitonas das árvores e até separa o caroço. Vamos poupar muita mão-de-obra.
- Ho compadre, e essa máquina também faz broches?
- Ah! Isso não.
- Antão deixe lá compadre, e mande vir as senhoras do ano passado!

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Jesus Cristo vendo a multidão enfurecida em volta de uma mulher adúltera aproxima-se, afasta a multidão e grita com voz forte:
- Quem nunca errou que atire a primeira pedra.
Um alentejano agarra num tijolo e atira-o direitinho à testa da mulher.
Jesus Cristo aproxima-se do homem e com voz zangada interroga-o:
- Homem, nunca errastes ?
- Desta distância não !!

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Porque é que todos os sobretudos se esgotaram no alentejo?
Para se protegerem da "geada" islâmica.

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Porque é que todos os alentejanos decidiram pintar a casa de preto?
Porque ouviram dizer que o próximo alvo era a Casa Branca.

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O Manuel chega para o Joaquim e pergunta:
- Escuta cá, ó Jaquim, tu que és um homem sempre bem informado, diz-me lá uma coisa: como funciona esta tal de Internet?
- Bem, Maneli, vamos começar do princípio. Tu já viste as cabras comirem capim e cagarem bolitas igual a azeitonas?
- Sim, Jaquim, já vi muitas vezes!
- E tu já viste os touros comerem capim e cagarem umas placas de bosta verde deste tamanho?
- Sim, também já vi, Jaquim!
- Então diz-me cá, se os dois bichos comem do mesmo capim, como é que podem cagar merdas tã diferentes?
- Bem, Jaquim, eu não faço a mínima idéia!
- Pois então, Manueli! Se tu não entendes nem de merda, como já queres entender de Internet?

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Dois alentejanos deitados na mesma cama.
1º - Ó compadre, você tá batendo uma punheta?
2º - Pois tou!
1º - Mas a pissa é a minha.
2º - Ó porra, por isso é que não me vinha!

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Um alentejano, que era o mais pobre da aldeia e por isso só tinha uma velha bicicleta, aparece no Café Central com um carro «último modelo» - descapotável, desportivo, etc... Admirados, perguntam os conterrâneos:
- Atão cumpadri, onde arranjou esse carrinho?
- Nem calculam! Lá na estrada, vi uma moça (por acaso, ben getosa) a chorar e perguntê: - O que é que se passa?.
Disse-me:
- Veja lá um carrinho novo, tão caro, e já avariado. Foi então que eu abri o motor, liguê dois fios e pronto, o carro estava arranjado.
Incrédulos, os outros continuam a ouvir o relato.
- Então, ela puxou-me para trás do chaparro, despiu-se toda e disse-me: Para se pagar do trabalho que teve, faça o que quiser. E eu fiz o que queria: meti-me no carro e abalê com ele...
Em coro, respondem os outros:
- Ora isso é que vossemecê fez muito bem. De certeza que a roupa também não lhe servia.

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O Alentejano ia pela primeira vez fazer uma viagem de avião, quando uma coisa no aeroporto lhe chamou a atenção. Era um computador com voz que identificava os passageiros por um novo sistema de reconhecimento de imagem.
Assim que ele passou, o computador acusou:
- Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455 da TAP.
Impressionado, o Manuel foi ao W.C., rapou o bigode e mudou de camisa. Ao passar pelo computador, a voz acusou novamente:
- Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455 da TAP.
Mas o Manuel não se deu por vencido! Voltou ao W.C., fez uma maquiagem perfeita, colocou uma peruca ruiva e envergou um vestido da mulher. "Agora sempre quero ver se a porcaria da maquina me reconhece!"
E a maquina acusou de novo:
- Manuel, 52 anos, português, casado, que por causa dessa paneleirice toda acaba de perder o voo 1455 da TAP!

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Um fulano encontra um alentejano sentado à sombra de um chaparro com um cão e pergunta :
- O seu cão morde?
- O meu cão, não, não morde.
Então o fulano começa a fazer umas festa ao cão, e este dá-lhe uma grande dentada.
- Foda-se, então voçê disse que o cão não mordia?
- Pois, mas eu não disse que esse cão era meu.

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